Direito de Propriedade - De profundis

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Direito de Propriedade

11º Semana do Tempo Comum | Segunda-feira
Primeira Leitura (1Rs 21,1-16)
Responsório Sl 5,2-3.5-6.7 (R. 2b)
Evangelho (Mt 5,38-42)

Acab era rei de Israel, mas não era capaz de mandar sequer em sua esposa. Aconteceu de ter um desentendimento com Nabot, o rei desejava a vinha do sujeito, mas ele não quis vender. O Antigo Testamento levava a sério o direito de propriedade. Nabot podia negar vender sua vinha ao rei, você não pode. Se o Leviatham quiser, ele toma sua propriedade alegando interesse público, função social ou seja lá que outro diabrura.

Continuemos a história, como não conseguiu a vinha, Nabot voltou emburrado para casa. A mulher querendo agradá-lo usa da autoridade do mesmo para mandar matar Nabot. Quanto a isso pouca coisa mudou, não é mesmo? Os detentores do poder estatal e sua corte frequentemente vitimam inocentes para fazer valer seus caprichos. Basta pensar nas famílias presas por ensinar seus filhos em casa, naquelas condenadas a pagar multas impagáveis vacinar os filhos, ou então na atual distopia inglesa onde inocentes tem problemas com a polícia por postagens em redes sociais reafirmando a lei natural...

Rezemos por aqueles que estão injustamente no cárcere, para que Deus os liberte e console. E rezemos para a destra divina vingue os inocentes e derrube os poderosos de seus tronos.

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